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31 de dez de 2009

2010 será fruto das nossas escolhas!!!


Amigos,

Dentro de alguns dias estaremos no último dia do ano de 2009... e depois da meia-noite, virá o Ano Novo...

O engraçado é que - teoricamente - continua tudo igual...

Ainda seremos os mesmos. Ainda teremos os mesmos amigos. Alguns o mesmo emprego. O mesmo parceiro(a).

As mesmas dívidas (emocionais e/ou financeiras). Ainda seremos fruto das escolhas que fizemos durante a vida.

Ainda seremos as mesmas pessoas que fomos este ano...

A diferença, a sutil diferença, é que quando o relógio nos avisar que é meia-noite, do dia 31 de dezembro de 2009,

teremos um ano INTEIRO pela frente! Um ano novinho em folha!

Como uma página de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever.

Um ano para começarmos o que ainda não tivemos força de vontade, coragem ou fé...

Um ano para perdoarmos um erro, um ano para sermos perdoados dos nossos.... 365 dias para fazermos o que quisermos...

Sempre há uma escolha..

E, exatamente por isso, eu desejo que vocês façam as melhores escolhas que puderem.

Desejo que sorriam o máximo que puderem. Cantem a música que quiserem. Amem mais. Abracem bem apertado.

Durmam com os anjos. Sejam protegidos por eles.

Agradeçam por estarem vivos e terem sempre mais uma chance para recomeçar.

Agradeçam as suas escolhas, pois certas ou não, elas são suas e ninguém pode ou deve questioná-las.

Quero agradecer aos amigos que eu tenho :

Aos que me 'acompanham' desde muito tempo.

Aos que eu fiz este ano.

Aos que eu escrevo pouco, mas lembro muito.

Aos que eu escrevo muito e falo pouco.

Aos que moram longe e não vejo tanto quanto gostaria.

Aos que moram perto e eu vejo sempre.

Aos que me 'seguram', quando penso que vou cair.

Aos que eu dou a mão, quando me pedem ou quando me parecem um pouco perdidos.

Aos que ganham e perdem.

Aos que me parecem fortes e aos que realmente são.

Aos que me parecem anjos, mas estão aqui e me dão a certeza de que este mundo é mesmo divino.

Obrigado por fazerem parte da minha história.

Espero que 2010 seja um ano bem mais feliz, amoroso e próspero para todos nós...

A idiotice é vital para a felicidade.




Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre.
A vida já é um caos. Por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes,separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.
Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele!
Milhares de casamentos acabaram não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana?
Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo.
Você quer? Espero que não!
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Brincar é legal!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida e esse é o único "não" realmente aceitável.
Teste a teoria.
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?

Texto extraído de um blog que agora eu esqueci de onde... foi mal...

Hedonísmo - José A. Pimentel

Conheço muitas pessoas que vão ao cinema, a boates e restaurantes e parecem eternamente insatisfeitas. Até que li uma matéria com a escritora Chantal Thomas na revista República e ela elucidou minhas indagações internas com a seguinte frase: "Na sociedade moderna há muito lazer e pouco prazer".

Lazer e prazer são palavras que rimam e se assemelham no significado, mas não se substituem. É muito mais fácil conquistar o lazer do que o prazer. Lazer é assistir a um show, cuidar de um jardim, ouvir um disco, namorar, bater papo. Lazer é tudo o que não é dever. É uma desopilação. Automaticamente, associamos isso com o prazer: se não estamos trabalhando, estamos nos divertindo. Simplista demais.

Em primeiro lugar, podemos ter muito prazer trabalhando, é só redefinir o que é prazer. O prazer não está em dedicar um tempo programado para o ócio. O prazer é residente. Está dentro de nós, na maneira como a gente se relaciona com o mundo.

Chantal Thomas aborda a idéia de que o turismo, hoje, tem sido mais uma imposição cultural do que um prazer. As pessoas aglomeram-se em filas de museus e fazem reservas com meses de antecedência para ir comer no lugar da moda,pouco desfrutando disso tudo. Como ela diz, temos solicitações culturais em demasia. É quase uma obrigação você consumir o que está em evidência. E se é uma obrigação, ainda que ligeiramente inconsciente, não é um prazer. Complemento dizendo que as pessoas estão fazendo turismo inclusive pelos sentimentos, passando rápido demais pelas experiências amorosas, entre elas o casamento. Queremos provar um pouquinho de tudo, queremos ser felizes mediante uma novidade. O ritmo é determinado pelas tendências de comportamento, que exigem uma apreensão veloz do universo. Calma.
O prazer é mais baiano.
O prazer não está em ler uma revista, mas na sensação de estar aprendendo algo. Não está em ver o filme que ganhou o Oscar, mas na emoção que ele pode lhe trazer. Não está em faturar uma garota, mas no encontro das almas. Está em tudo o que fazemos sem estar atendendo a pedidos.
Está no silêncio, no espírito, está menos na mão única e mais na contramão. O prazer está em sentir. Uma obviedade que merece ser resgatada antes que a gente comece a unir o útil com o útil, deixando o agradável pra lá.

Texto tirado do blog da Si Alem

Mude!!!!

Ano Novo, Vida Nova...

Eu sei que é dificil, mas não custa tentar:

MUDE Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade. Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa. Mais tarde mude de mesa. Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde passa. Tome outros ônibus. Mude por uns tempos o estilo das roupas. Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço alguns dias. Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos. Veja o mundo de outras perspectivas. Abra e feche as gavetas com a mão esquerda. Durma no outro lado da cama... Depois, procure dormir em outras camas. Assista a outros programas de TV, compre outros jornais... Leia outros livros, viva outros romances. Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Durma mais tarde. Durma mais cedo. Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua. Corrija a postura. Coma um pouco menos, escolha comida diferente, novos temperos, novas cores, novas delícias. Tente o novo todo dia. O novo lado, o novo método, o novo saber, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida. Tente. Busque novos amigos. Tente novos amores. Faça novas relações. Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria. Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa. Escolha outro mercado... outra marca de sabonete, outro creme dental... tome banho em novos horários. Use canetas de outras cores. Vá passear em outros lugares. Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes. Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias. Jogue fora os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores. Abra conta em outro banco. Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus. MUDE! Lembre-se que a vida é uma só. E pense seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light,mais prazeroso, mais digno, mais humano. Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo. E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa e se possível sem destino. Experimente coisas novas. Troque novamente. MUDE, de novo. Experimente outra vez. Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que já as conhecidas, mas é isso que importa. O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia. Só quem está morto não muda! Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco, sem a qual a vida não vale a pena!!! Clarice Lispector


texto tirado do blog da Rê Bartochio

12 de nov de 2009

quero um dia de 48 horas!!!

Vai , que exagero.... 36 horas... dez para dormir, 8 para trabalhar (6 da jornada, mas 30min almoço e o resto do trajeto ida-volta) e me sobrariam 18 para estudar, scrapear, internetar, jogar sims, ajeitar a casa, brincar com meu filho... ai ai ai... como eu queria muito...

4 de out de 2009

amigas

Quando eu era pequena, acreditava no conceito de apenas UMA melhor amiga para toda a vida.
Depois, como mulher, descobri que se você permitir que seu coração se abra, você encontrará o melhor em muitas amigas.
É preciso uma amiga quando você está com problemas com seu homem. É preciso outra amiga quando você está com problemas com sua mãe ou irmã. Uma quando está se sentindo muito gorda, ou muito magra, muito alta ou muito baixa...

Uma outra quando você quer fazer compras, compartilhar, curar, viajar, rir, ferir, chorar, meditar, brincar, ir ao cinema, ao teatro, ir ao salão de beleza, se divertir na praia ou apenas ser você mesma.
Uma amiga dirá 'vamos rezar', uma outra 'vamos chorar', outra 'vamos lutar', outra 'vamos fazer compras', outra 'vamos fugir', outra 'vamos saltar de pára-quedas'...
Outra 'vamos numa vidente', ou 'vamos tomar um porre', outra 'vamos paquerar', outra 'vamos para um SPA', ou... 'vamos abandonar tudo e dar a volta ao mundo numa grande aventura!!!'
Uma amiga atenderá às suas necessidades espirituais, sempre saberá dar o melhor conselho e você sentirá que é uma resposta divina...
Uma outra amiga atenderá à sua loucura por filmes, livros e DVD´s uma outra à sua paixão por sapatos ou bolsas...
Uma outra por perfumes, jóias, velas ou incensos, uma outra por cultura, aventuras e viagens...
Uma outra amiga atenderá seu desejo por chocolates, outra por quadros, decoração, outra por música e dança...
Outra enviará uma resposta que você precisa por email,outra estará com você fisicamente em seus períodos confusos, outra estará a milhares de KM, mas dará um jeitinho de se fazer presente..Outra será seu anjo protetor e uma outra será como uma mãe.
Mas onde quer que ela se encaixe em sua vida, quer você a veja pessoalmente ou não, independente da ocasião, quer seja o seu casamento, ou apenas uma segunda-feira chuvosa, todas são suas melhores amigas e estarão presentes como puderem
Elas podem ser concentradas em uma única mulher ou em várias... Uma do ginásio, uma do colegial, várias dos anos de faculdade... Umas da academia, outras do clube, outras daquela viagem... Algumas de antigos empregos, algumas da igreja ou da Yoga...
Outras da internet, outras amigas de suas amigas, ex cunhadas, ex rivais, ex chefes ou ex colegas...
Pode ser até mesmo aquela escritora famosa que te ajuda através de um bom livro ou de um programa na TV...Em alguns dias uma "estranha" que acabou de conhecer e em outros até mesmo sua filha ou neta.
Pode ser ainda sua irmã, cunhada, prima, tia, madrinha, mãe, vó, bisa, vizinha... Enfim, as possibilidades são infinitas!
Assim, podem ter sido 30 minutos ou 30 anos o tempo que essas mulheres passaram e fizeram a diferença em nossas vidas, elas sempre deixam um pouquinho delas dentro da gente
Muito obrigada por fazer parte do círculo de mulheres maravilhosas que eu tenho o prazer de conviver e que fizeram e ainda fazem a diferença em minha vida.
Amo todas vocês, independente do nível de amizade e com a intensidade que até mesmo a distância ou o tempo não diminuem!
OBRIGADO DEUS PELAS MINHAS AMIGAS!!!!!!!!!!

Quereres...

Fiz prova da faculdade hoje, e graças a Deus foi bem tranquilo, fiz tudo sem pressa e com bastante calma.

Depois saí, como sempre, pensando em várias coisas que têm me acontecido, algumas impactando diretamente na minha vida e no que eu espero para o resto dela...

vontade de ter tudo e não poder...
vontade de fazer tudo e não conseguir...
vontade de me sentir normal, como a maioria das pessoas...

30 de set de 2009

life...

ESCRITO POR REGINA BRETT, 90 ANOS, CLEAVELAND, OHIO.

"Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi 45 lições que a vida me
ensinou. É a coluna mais requisitada que eu já escrevi.

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.
3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.
4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus
amigos e seus pais vão. Mantenha contato.
5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.
6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.
7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta.
9. Poupe para a aposentadoria, começando com seu primeiro salário.
10..Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.
11. Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague seu presente.
12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que
se trata a jornada deles.
14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar
nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca
pisca.
16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.
17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.
18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.
19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda
só depende de você e mais ninguém.
20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite
"não" como resposta.
21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante.
Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Se prepare bastante; depois, se deixe levar pela maré...
23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
24. O orgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.
26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai
importar?
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todos.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.
31. Independentemente de a situação ser boa ou ruim, irão mudar.
32. Não se leve tão a sério. Ninguém mais leva...
33. Acredite em milagres.
34. Deus te ama por causa de quem Ele é, não pelo que vc fez ou deixou
de fazer.
35. Não faça auditoria de sua vida.Faça o melhor dela agora.
36. Envelhecer é melhor do que morrer jovem.
37. Seus filhos são a sua infância.
38. Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou.
39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de
todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.
41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor está por vir.
43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça.
44. Produza.
45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente "

Até breve...

Existem pessoas que você nunca mais vai ver. Existem lugares em que você nunca mais vai estar. Por mais que volte a ver ou estar, jamais será da mesma maneira. E é inevitável: o tempo sempre vai se encarregar de transformar a saudade em mera lembrança. Mas quando você deixa um pouco de si, vivendo intensamente o agora, inconscientemente vai levá-lo consigo. É como se cada lugar ou pessoa que fez diferença em sua vida, deixasse um registro, uma fotografia de seu brilho natural - nem sempre visível, mas sempre presente. Basta que você consiga percebê-lo, e com o tempo, terá um álbum de estrelas.

Allan Castro

28 de set de 2009

Projetos da Megui!




Megui, os dois ficaram sem journaling, pois não consegui pensar em nada para escrever... prometo colocar pelo menos a data das fotos!!!
As fotos ficaram um pouco ruins, pois já estão enquadrados!!! Um no meu quarto e outro no quarto do pequeno.
Terminei os projetos acho que no domingo, de madrugada, já que saí de férias por 10 dias...

Scrap pelo Brasil!!!

Mais um novo blog para participar!

Tem muitas dicas, PAP's e desafios!



"Para participar você deverá colocar um link do Scrap pelo Brasil no seu blog e deixar um recadinho aqui nos avisando.Coloque no seu blog, escolha 3 scrappers especiais para você e indique a elas."
Segue o link para o novo blog:



E indico:
- a Rosana Bolanume (http://furflesfeel.blogspot.com/),
- a Sueli (http://eraumavezscrap.blogspot.com/) e
- a Carol (http://blog.carolfigueiredo.com.br/)

Sorteio na ScrapCenter


Gente, tá acontecendo um sorteio super dez na Scrap Center!

Copiei as instruções da Mi: "Estão preparadas para mais um sorteio??? Eu acho que vcs vão gostar do prêmio...bateu a curiosidade para saber o que é? UM SUPER KIT!!!!Agora vem a melhor parte:Montado pela vencedora!!!! iupiiiii!!!!Dessa vez vou sortear R$300,00 em compras na Scrap Center, que tal?Claro que não vai ser fácil!!! haaahhahaVamos às regras...Para participar vc precisa pegar o logo da loja aqui, colocar no seu blog com um link para a loja e escrever no mesmo post do seu blog essa informação do sorteio que está rolando por aqui.Calma que ainda não acabou...rsAlém disso, será necessário virar seguidora da Scrap Center no TWITTER, voltar aqui no blog e deixar um comentário que a tarefa foi realizada.O sorteio será feito pelo random no dia 05 de outubro, e por isso vcs precisam deixar o comentário aqui."


SEgue o logo:

27 de set de 2009

Fun Scrap Party 3... eu estive lá!!!!

Maravilho! Os projetos lindos!!!
Pena eu não estar muito legal neste dia... Mas foi bom para distrair a mente do cotidiano e fazer o que mais gosto com pessoas que possuem o mesmo vício.
Depois eu posto fotinhas dos meus projetos prontos!



Na foto as meninas do life's details e a Eli.


Minha mesa com os primeiros projetos e o mimo.


Uma visão geral da frente da sala.


Outra meio geral do fundo da sala.


Uma página para começar...

Depois de muito tempo, eis uma página que consegui terminar estes dias. Usei papel do Kiss da Scrapdiary de junho/09, tickers com tinta relevo, costura e doodles com gabarito da Pedaços na foto.
Costurei com a minha SewMini da Janome, muito boa! Amei minha maquininha! Não tem muitos pontos, mas para o scrap tá bom, já dá para brincar!

7 de set de 2009

O Pequeno Princípe


Pois é... vi num site uma imagem do Pequeno Principe e não resisti...

E tb tinha uma mensagem linda, que reproduzo abaixo:
"

VOCÊ SE LEMBRA DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO O PEQUENO PRÍNCIPE?


Bom, existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry.

Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, quando foi capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte. Nervoso, ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca. Procurou fósforos, mas não tinha, porque os soldados haviam tirado todos os fósforos de sua bolsa.
Ele olhou então para o carcereiro e disse: "Por favor, usted tiene fósforo?". O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu cigarro. Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram, e St. Exupéry sorriu. Depois ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir. Naquele instante, uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e gerou um sorriso no rosto do carcereiro também. Ele acendeu o cigarro de St. Exupéry e ficou perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou sorrindo.

St. Exupéry também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora como pessoa, e não como carcereiro. Parece que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa, porque lhe perguntou:

- "Você tem filhos?"

- "Sim", St. Exupéry respondeu, e tirou da bolsa fotos de seus filhos.

O carcereiro mostrou fotos de seus filhos também, e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles. Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os olhos do carcereiro se encheram de lágrimas também. E de repente, sem nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do cárcere, através das sinuosas ruas, para fora da cidade, e o libertou.

Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia-volta e retornou por onde veio.

St. Exupéry disse: "Minha vida foi salva por um sorriso do coração".

O que foi aquela "chama" que pulou entre o coração desses dois homens? Isso tem sido tema de intensa pesquisa atualmente, na medida em que os cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar informações. De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração! Como disse o filósofo francês Blaise Pascal: "O coração tem razões que a própria razão desconhece". Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas eletromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos pisando no acelerador e no breque simultaneamente. Esse estado de batimentos desordenados é chamado de "incoerência cardíaca" e está ligado a doença cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura. Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se "coerente". Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse, reduz a depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a clareza mental. Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental - e à longevidade. Essa irradiação coerente do coração - essa "chama" de genuína afeição - pode afetar pessoas a uma distância de até 5 metros! Logo, na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire profundamente, lembre-se de St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a energia de seu coração.

Como o Pequeno Príncipe nos lembrou:

"somente com o coração podemos ver com clareza"."

5 de set de 2009

meu chuchuzinho...


Esta página fiz para um desafio no SCRAPDIARY, Milhagem 3, usando cortiça, e vai para o álbum do Alberto.

Ontem eu estava lendo o blog da Dea Haenel e fiquei pensando em muito do que ela escreveu...
Acho que eu tb queria ser uma super mulher, mas não consigo, já que sou desorganizada e sempre termino depois o que comecei agora...

Decidi que não adianta me martirizar por não organizar meu tempo, embora às vezes seja difícil não se chicotear..., e vou tocando a vida...

9 de ago de 2009

páginas antigas

Seguem mais três fotos, das minhas primeiras páginas do casamento:

Esta está do jeito que planejei na época...


Esta está com alguns incrementos, se vc tirá-los, terá a página original...
E esta é do casamento civil. Usei uma régua molde da Pedaços Scrapbooking para montar a página com várias fotos:
E aqui e ali vou juntando o que de melhor encontro.

Ainda não tenho um estilo definido... mas estou gostando de estudar e aprender mais sobre o scrap nos fóruns que tenho participado, em espcial a comunidade SCRAPDIARY.

XOXO

6 de ago de 2009

sem cronologia...

Decidi fazer um blog de scrap, diferente dos meus outros dois (um pessoal e um sobre o meu jogo favorito, THE SIMS 2), relacionado às minhas criações no scrap e como elas foram se modificando ao longo do tempo.

Ia fazer postagens por ordem cronológica, mas não estava com paciência (até chegar nas páginas recentes...) e decidi que postaria o que tivesse vontade, na ordem que for possível!!!

Novos tempos...



Nossa, como meu scrap encorpou com o passar do tempo...

Arrisco mais, uso mais enfeites e técnicas e não somente o papel de scrap como fazia no começo...

As duas fotos acima, são de páginas para o álbum do meu filhote, postadas na galeria do SCRAPDIARY, uma comunidade super 10 de scrap! São lifts para desafios, um proposto no próprio SD e o outro para o desafio do SCRAPPlayground, mas que infelizmente não deu tempo de postar lá...

Também tenho visitado outros fóruns, como o SCRAPRIO, SCRAPBOOK BRASIL e hoje me inscrevi no DSMEMORIES. Gosto muito das propostas dos desafios e mesmo que eu não consiga participar, estou tentando efetuá-los em casa em momento posterior...

Gosto muito do contato com outras pessoas que também fazem scrap, a gente aprende muito, troca idéias, troca amizade e se diverte!

e então... veio o casamento...

E fui fazer meu convite, inspirada no scrap e nos furadores...




e até usei na minha primeira página do álbum...

Depois eu posto uma fotinha do convitinho...


1 de jul de 2009

Amei este texto!!!!!

Culpa

Por detrás de nossas tristezas e frustrações, detrás da nossa insatisfação na vida, de nossos tédios e angústias está um sentimento. O mais arraigado em nosso comportamento e responsável por grandes sofrimentos psicológicos. Que é o sentimento de CULPA.
O sentimento de culpa é um apego ao passado, é o arrependimento de alguém não ter sido como deveria ter sido. É uma tristeza por ter cometido algum erro que não deveria ter cometido. O núcleo do sentimento de culpa são estas palavras: “Não deveria”.

A culpa é a frustração entre a distância do que nós fomos e a imagem do que nós deveríamos ter sido. Nela consiste a base da autotortura.

É como se dentro de nós se processasse um julgamento em que o eu ideal, imaginário é o juiz, e o eu real, humano é o réu. E como nosso pensamento nos exige algo impossível, nosso eu real nunca poderá atendê-lo. Este é um ponto fundamental.

Na culpa nos dividimos em duas pessoas: Uma real, errada, má e ruim. A outra ideal, boa e certa. E que tortura a outra.

É como se dentro de nós processasse um julgamento em que o eu ideal, imaginário é o juiz, e o eu real, concreto, humano é o réu. O eu ideal sempre trás exigências impossíveis e perfeccionista. Assim, quando estamos atormentados pelo perfeccionismo, estamos absolutamente sem saída. E como nosso pensamento nos exige algo impossível. Nunca o nosso eu real poderá atende-lo. Este é um ponto fundamental.

Muitas pessoas dedicam sua vida a tentar a concepção do que elas devem ser ao invés de se realizarem por si mesmas. A diferença entre a auto-realização e a realização da imagem é muito grande. A maioria das pessoas vive apenas em função da imagem ideal e este é um instrumento fenomenal para se fazer o jogo do neurótico. A autotortura, o auto-aborrecimento, o auto-castigo a auto-punição. A culpa.

Quanto maior for a expectativa a nosso respeito, quanto maior for o modelo perfeccionista de como deve ser a nossa vida, maior será o nosso sentimento e culpa.

A culpa é também a tristeza de não sermos perfeitos. É a tristeza de não sermos Deus. Por não sermos infalíveis. É um profundo sentimento de orgulho e onipotência. É uma incapacidade de lidar com o erro, com a imperfeição. É um desejo frustrado. É o contato direto com a realidade humana em contraste com as sua imperfeições perfeccionista, com seus pensamentos megalomaníacos a respeito de si mesmo.

O mais grave é que aprendemos o sentimento de culpa como virtude.

A culpa sempre se esconde atrás da máscara do aperfeiçoamento como garantia de mudança. Mas nunca dá certo.

Os erros dos quais nos culpamos são aqueles que menos corrigimos. A lista dos nossos pecados no confessionário é sempre a mesma.

A culpa longe de nos proporcionar incentivo ao crescimento, faz-nos gastar energias numa lamentação interior por aquilo que já ocorreu, ao invés de gastarmos em novas coisas, novas ações e novos comportamentos.

Por isso mesmo, em todas as linhas terapêuticas, este é um sentimento considerado doentio. Não existe linha de tratamento psicológico que não esteja interessada em tirar dos seus pacientes o sentimento de culpa.

A culpa é a vingança de nós mesmos por não termos atendido a expectativa de alguém a nosso respeito. Seja esta expectativa clara e explícita, ou seja, uma expectativa interiorizada no decorrer de nossa existência.

Por isso é que se diz que ao nos sentirmos culpados, estamos alienados de nós mesmos e a nossa recriminação interna vem, nem mais nem menos, das vozes do passado, ainda recriminatória de nossos pais, mães, mestres ou outras pessoas que ainda cultuamos. Mas aquilo que nos leva a este sentimento de culpa, aquilo que alimenta esta nossa doença auto-destrutiva são algumas crenças falsas.

Trabalhar o sentimento de culpa é primordialmente descobrir as convicções falsas que existem em nós. Aquelas verdades que cremos, que sendo errôneas, nos levam a culpa.

A primeira delas é a crença na possibilidade da perfeição. Quem acredita que é possível ser perfeito viverá necessariamente atormentado pelo sentimento de culpa.

A expectativa de vida é um produto de nossa fantasia. Quanto maior a discrepância entre a realidade objetiva e a nossa fantasia, tanto maior será nosso esforço na vida e maior a nossa frustração.

Respondendo à esta crença opressora da perfeição, atuamos num papel que não tem fundamento real nas nossas necessidades. Nós nos tornamos falsos, evitamos encarar de frente, as nossas limitações e desempenhamos papéis sem base em nossa capacidade. Criamos um terrível inimigo dentro de nós, que é o ideal imaginário.

Respondendo ao ideal de perfeição nós desenvolvemos uma fachada falsa para manipular e impressionar os outros. É muito comum no relacionamento conjugal, marido e mulher não estarem se amando um ao outro e sim a imagem de perfeição que cada um fez do outro. É claro que nenhum dos parceiros consegue corresponder a esta expectativa irreal.

A resposta a isto é a frustração mútua de não encontrar a perfeição esperada, gerando tensões e hostilidades em um longo jogo de culpa.

Esta situação se aplica a todas as relações onde pessoas acreditam que amar o outro é ser perfeito.

Embora, as pessoas acreditem que errar é humano, elas simplesmente parecem não acreditar que são humanas.

Embora, digam que a perfeição não existe, continuam a se torturar, a se punir e punir aos outros por não corresponderem a um ideal perfeccionista do qual não querem abrir mão.

Outra crença que nos leva a culpa, esta talvez mais sutil, mais encoberta e profunda em nossa vida, é acreditarmos em que há uma relação necessária de erro e culpa. A vinculação automática entre erro e culpa.

Quase todas as pessoas a quem tenho perguntado de onde vem o sentimento de culpa me respondem taxativamente que vem dos seus erros.

Acreditamos que a culpa é uma decorrência natural do erro, que não pode de maneira alguma haver erro sem culpa. Se acreditarmos nisso estamos num problema insolúvel. Ou vamos passar a vida inteira tentando não errar para não sentirmos culpa. E isto é impossível porque sempre haverão erros em nossa vida. Ou então passaremos a vida inteira nos sentindo culpados porque sempre erramos. Esta vinculação causal entre erro e culpa é profundamente falsa.

A culpa não decorre do erro, mas da maneira como nos colocamos diante do erro. Vem do nosso conceito relativo ao erro. Vem da nossa raiva por termos errado.

Uma coisa é o erro, outra coisa é a culpa. Erros são erros e culpa é culpa. São duas coisas distintas, separadas, em que nós unimos de má fé a fim de não deixarmos saída ao nosso sentimento de culpa.

O erro é o modo diferente, fora de algum padrão. O que é chamado erro é a saída fora de um modelo determinado que pode ser errado hoje e não amanhã, pode ser errado em um país e não em outro.

A culpa é um sentimento. Vem de nós, vem da crença que errar é errar, que não podemos errar, que devemos ser castigados pelas faltas cometidas.

Crença que cada erro deve corresponder necessariamente a um castigo. De que cada falta deve corresponder a uma punição. Aliás, o sentimento de culpa é o castigo que damos a nós mesmos por termos errado.


Não é possível não errar. O erro é inerente a natureza humana. Ele é necessário a nossa vida. Na perfeição humana está incluída a imperfeição. Só crescemos através do erro.

As pessoas confundem assumir o erro com sentir culpa. Assumir o erro é aceitar que erramos e nos responsabilizamos pelo que fizemos ou deixamos de fazer.

Mas, quando acreditamos que a culpa decorre do nosso erro, tentamos imputar a outros a responsabilidade dos nossos erros numa tentativa infrutífera de acabarmos com nossa culpa.


O perfeccionismo é a morte lenta;

Há um texto de Hugh Preter, que diz.

“ se tudo ocorresse perfeitamente como eu planejara, jamais experimentaria algo novo. Minha vida seria uma repetição infinda de sucessos já vividos. Quando cometo um erro, vivo algo inesperado. Algumas vezes reajo como se tivesse traído a mim mesmo. O medo de cometer erros parece fundamentar-se na recôndita presunção de que sou perfeito e que se for muito cuidadoso, não perderei o céu.
Contudo, o erro é a demonstração do que sou. É um solavanco no caminho que tracei, um lembrete de que não comando os fatos. Quando der ouvidos aos meus erros, ao invés de lamentar, terei crescido”

Este é o texto.

O perfeccionismo é uma maldição, é uma prisão. Quanto mais você treme, mais erra o alvo.
Não tenha medo de erro. Erro é um jeito de fazer algo diferente, talvez criativamente novo.

Algumas pessoas me perguntam como avançar em relação a este sentimento. Como arrancar de mim este hábito de me deprimir com os erros cometidos.

Existe uma saída para o sentimento de culpa. Façamos uma fantasia:


Imaginemos por um instante que estamos a morte. E nosso sentimento, neste momento, é de angústia, tristeza e frustração por todos os erros cometidos, por tudo que deveríamos ter feito e não fizemos. Remorsos pelos fracassos, como pai, como mãe, como profissional, como marido ou esposa, como religioso ou cidadão. Mas, ao mesmo tempo estamos com um profundo desejo de morrer em paz, de sair deste processo íntimo de angústia e morrer tranqüilos.

Qual a única palavra que se pronunciada neste momento e sentida com todo o coração teria o poder de transformar a nossa dor em alegria, o nosso conflito em harmonia, nossa tristeza em felicidade?

Somente uma palavra teria esta magia: PERDÃO.

O perdão é uma palavra perdida em nossa vida. O primeiro sentimento que se perde no caminho da loucura é o perdão. O sentimento de autoperdão.

Se a culpa é a vergonha da queda, o autoperdão é o elo entre a queda e o levantar. O perdão é o recomeço da brincadeira depois do tombo. O perdão é sempre a si mesmo. O perdão ao próximo é um modo de dizermos que já nos perdoamos. O autoperdão é a paciência diante da escravidão, é o vislumbre da aurora no final da noite.

O autoperdão é dizer adeus a um passado é restabelecer nossa unidade que a culpa havia dividido.

O perdão é a aceitação da vida como ela é. A criança faz isto muito bem.

Não fique aborrecido com seus erros. Alegre-se por eles.
Você teve a capacidade de dar algo de si.


14 de maio de 1989
jorge Reigada

17 de mai de 2009

e assim continuei...



E depois da primeira vieram outras, como esta da festa do casamento de meus dois cunhados (casaram no mesmo dia). Minha cunhada Sheila e seu marido Rogério.



Meu cunhado Ramon e sua esposa Karina.

Estas páginas me inspirei numa revista "Decorando Álbuns", uma bem fininha na época.

minha primeira página de scrap



Esta é oficialmente a minha primeira página de scrap. Foi do casamento civil da minha cunhada Sheila, em maio de 2007.
Usei uma moldura pronta da HelloKit, pois fiquei com medo de não conseguir fazer uma coisa legal...

todo mundo tem um blog para compartilhar...

... então eu resolvi mostrar minhas páginas também!!!

Vou tentar lembrar o que usei nas páginas, mas marcas, eu não vou lembrar mesmo! rsrsrs

E é isso aí!!!

6 de abr de 2009

Mário Quintana - Um dia...

...Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.

Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...

Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer ...

Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...

Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...

Um dia percebemos que o comum não nos atrai...

Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...

Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...

Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso... Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais... Enfim...

Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.

Mário Quintana

15 de mar de 2009

coisas legais...

andei lendo muitos blogs legais, principalmente de mulheres, que como eu, são apaixonadas por Scrap.
Tinha um com uma mensagem que vale a pena distribuir:

""Se eu pudesse te dizer como levar a sua vida...
Eu te diria para praticar um esporte. Qualquer um. Só para ter adrenalina correndo pelo seu corpo.
Eu te diria para experimentar também um esporte coletivo. Para saber o que é trabalhar em equipe. O que é vencer e perder. E descobrir amizades fantásticas.
Eu te diria para ler. Ler muito, ler sempre. Os Catadores de Concha. Pilares da Terra. Crepúsculo. Jane Austen. Ramsés. Aquilo que você gostar. Aquilo que te encantar.
Eu te diria para estudar muito, porque não tem maior riqueza que o conhecimento – e isso ninguém pode nos tirar.
Eu te diria para sempre assumir os seus compromissos. Com amigos, com familiares, na escola, no trabalho. Tenha palavra. Se você disse que vai fazer, faça.
Eu te diria para saber dizer não. Sem medo, sem vergonha, com segurança.
Eu te diria para ter amigos, e mantê-los sempre próximos. Amizade deve ser cultivada. Não espere, busque o seu amigo para ser procurado.
Eu te diria para amar, e muito. Mas lembre que amor é prazer e não sofrimento. E quem te faz sofrer não te ama, nem merece teu amor. Amar é saber compartilhar a vida, é respeitar suas escolhas e apoiar o seu crescimento.
Eu te diria para escolher uma pessoa especial para dividir a vida. Uma pessoa que não seja egoísta e que saiba receber o seu mundo, assim como você saiba receber o dela. Não se isole por ninguém, não desista dos seus sonhos por ninguém. Saiba fazer concessões, sem que isso faça você abdicar da sua vida.
Eu te diria para passar por todos os rituais. Celebrar aniversários, festas de formatura, casamento, etc... os fatos que marcam a vida podem parecer “caretas”, mas o tempo mostra que os rituais nos forma como seres humanos e nos fazem entender a passagem do tempo e as escolhas da vida.
Eu te diria para ter sonhos e lutar por eles. Nada na vida vem fácil, e o gosto da vitória é o que nos impulsiona para frente.
Eu te diria para não ter rancor, não ter inveja, não ser arrogante. Respeite quem está do seu lado, não importa a função, a posição social. Fale com as pessoas. Olhe nos olhos. Ouça as pessoas.
Eu te diria para trabalhar muito, se dedicar a tudo que faz. Mas não esquecer da sua família e de seus amigos... e não esquecer de se divertir, porque sorrir é a melhor coisa da vida.
Eu te diria para viajar. Bahia (carnaval!), New York, Paris, Roma, London. Faça uma viagem inusitada, não planejada, cheia de aventura.
Eu te diria para ter orgulho de quem você é e valorizar suas conquistas.
Eu te diria para ser feliz... e para esquecer de tudo isso que eu disse... ou não... faça sua escolha – porque só você pode saber as regras da sua vida, e o que te fará feliz.
Então, eu só diria que te amo. E que estou aqui. Sempre."
"

Tirei do blog da Dea Haenel, scraper da ScrapDiary, e achei lindo!
http://dea-scrap.blogspot.com/

24 de fev de 2009

Primeira leitura (Eclesiástico 2,1-13)
Salmos 36
Marcos 9,30-37

23 de fev de 2009

Comentário ao Evangelho do VII Domingo do Tempo Comum

«Alguns dias depois, Jesus entrou de novo em Cafarnaum. Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa. Reuniram-se ali tantas pessoas, que já não havia lugar, nem mesmo diante da porta. E Jesus anunciava-lhes a Palavra. Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens. Mas não conseguindo chegar até Jesus, por causa da multidão, abriram então o teto, bem em cima do lugar onde ele se encontrava. Por essa abertura desceram o estrado em que o paralítico estava deitado. Quando viu a fé daqueles homens, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Ora, alguns mestres da Lei, que estavam ali sentados, refletiam em seus corações: “Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando; ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus”. Jesus percebeu logo o que eles estavam pensando em seu íntimo, e disse: “Por que pensais assim em vossos corações? O que é mais fácil: dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te, pega a tua cama e anda?’ Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder de perdoar pecados, -disse ao paralítico-: “eu te ordeno: levanta-te, pega tua cama, e vai para tua casa!”. O paralítico então se levantou e, carregando a sua cama, saiu diante de todos. E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo: “Nunca vimos uma coisa assim”. (Mc. 2,1-12)

O progresso da leitura do texto do nosso Evangelista, aos poucos nos introduz até o centro do mistério salvífico; revela-nos como e aonde Deus chega ao homem. Nas leituras anteriores vimos Jesus na Sinagoga, que liberta um homem incapaz de se encontrar com Deus. Em seguida Jesus foi para a casa de Pedro e ali devolveu à sogra de Pedro a sua alegria de poder servir. A revelação de Jesus como Deus-presente-no-mundo torna-se cada vez mais intensa; no domingo passado lemos a cura do leproso, ora, todos sabiam muito bem o que isto significava, principalmente os sacerdotes e rabinos estudiosos da Escritura, todos lembravam a expressão do rei Ioram quando a ele se apresentou o general Naamã que era leproso: «Acaso sou eu Deus, que tem o poder de curar a lepra?» (cfr. 2Rs. 4,7). Mas Jesus havia curado um leproso...! Não era difícil tirar as devidas conclusões.

Hoje estamos diante de um dos aspectos mais profundos da salvação que alcança o homem; de uma libertação mais profunda do que a expulsão de um demônio, mais do que a cura da lepra; nada disso é comparável àquilo que Jesus dará ao paralítico.

Vamos acompanhar a leitura.

Após um período em que Jesus havia-se retirado em lugares afastados, voltou, discretamente, para Cafarnaum; possivelmente se hospedou na casa de Pedro. O texto diz: «soube-se»; indicando assim um conhecimento vago, incerto, mas suficiente para aqueles que realmente estavam interessados. Eis um pequeno indício que recebemos do Evangelista: enquanto a Sinagoga, o mundo representado por ela, com a sua maneira de entender a santificação (um objetivo alcançado pelo homem que tem um bom comportamento, que segue as regras religiosas e civis) precisa afirmar com o seu poder a necessidade de ir ao Sábado para o culto, as pessoas que estão em busca de algo a mais não se contentam com isto, correm atrás daquilo que realmente os toca. As pessoas bem dispostas buscam sempre aquilo que sabem que as conduz para Deus, e sabem aonde encontrar aquilo que sacia a sua sede; independentemente das propostas que o sistema religioso às vezes possa impor. Obrigar as pessoas a agir de um modo ou outro em relação a Deus é assinar a própria insuficiência em relação à sua busca autêntica; é isto que fazia também a Sinagoga.

O texto continua cheio de um simbolismo muito bem compreendido pelos leitores da época, talvez um pouco menos pela nossa linguagem, mas procuraremos facilitar.

Temos imediatamente um jogo de palavras muito interessante: «Reuniram-se ali…». Esta expressão, na língua grega (sunhcqhsan), usa o mesmo verbo que deu origem à palavra “Sinagoga” (sun-ago, que significa reunir-se). A casa de Pedro, então, é a nova Sinagoga, o novo lugar onde Jesus se deixa encontrar por aqueles que realmente estão à procura da verdade, da relação pessoal autêntica e que sabem ir além dos preceitos e da auto-justificação. A casa de Pedro é a comunidade daqueles que não se contentam com aquilo que o sistema religioso lhes oferece, mas buscam um encontro com Jesus porque sabem de estarem precisando, pessoas que sabem e agem como necessitados.
A partira daqui Jesus pode agir realmente dando tudo o que o sistema não pode dar. Esta é a diferença de fundo entre o antigo e o novo encontro que Deus está propondo através e em Jesus. Agora imaginemos a cena: pessoas apinhadas diante da porta da casa de Pedro a poucas centenas de metros da grande Sinagoga de Cafarnaum, de onde um grupo de peritos em Escritura estava observando, numa posição de crítica implícita, escondida, procurando o momento certo para atingir e desacreditar diante das pessoas a nova proposta de Jesus. O momento propício não tardou a aparecer. A, a multidão é uma barreira para chegar a Jesus, porta não é suficiente, a situação é desajeitada, pois se é difícil para uma pessoa chegar perto da porta como fazer com um paralítico deitado num estrado? A criatividade nunca falta quando queremos realmente alguma coisa, foi assim que os quatro inventaram de abrir o telhado; diríamos: “se não dá pela terra, entra-se pelo céu”, o importante é a vontade e determinação de ver Jesus, mesmo que aparentemente tudo possa levar a desistir, mesmo que o caminho mais fácil seja aquilo de dizer: “não dá!” –o que seria verdadeiro e plenamente justificado. Eis então mais um pequeno ensinamento que nos dá o Evangelista: se é verdade que nem sempre é fácil se encontrar com Jesus, a determinação movida pelo amor, a firmeza em não procurar o caminho mais fácil (que é sempre aquilo da desistência), a capacidade de “inventar” situações novas, etc... tudo isto é “visto por Jesus como um ato de verdadeira fé”: «Quando viu a fé daqueles homens…». Eis que se nos revela a essência da fé: não é ritualismo, não é auto-suficiência, não é auto-justificação, mas é um “sentir-se necessitados” de Deus a ponto de fazer qualquer coisa para chegar o mais possível perto do Senhor, onde Ele está e onde Ele se faz encontrar.

Cabe, creio, uma outra pequena observação: o paralítico, embora seja o sujeito beneficiado, na verdade não é o centro da narração. Sequer sabemos se ele acreditasse que poderia ser curado, com certeza não estava em paz com Deus, nem sabemos se ele quisesse ir ao encontro de Jesus.
Sabemos somente que “outros” o carregaram até o Senhor. Como não ver nisto a força da comunidade de fé que carrega aquele indivíduo que está paralisado em seu sofrimento e que já não tem mais no que acreditar? Como não ver a grande missão de recíproca responsabilidade que temos uns para com os outros, em espécie os mais fracos? Os quatro fizeram o que é justo: sabiam de não poder pretender, então carregaram. Quantas vezes fazemos o contrário? Quantas vezes ao ver uma pessoa que está numa situação negativa, que nem se concede mais o esforço para acreditar que haja uma saída, pretendemos, exigimos, forçamos para que ela saia daquele estado... mas não nos preocupamos de “carregar” ela, mesmo que aparente ser um “peso morto”?
Quantas coisas poderiam mudar se por alguns momentos tivéssemos presente as palavras de São Paulo: «Suportai-vos uns aos outros» - ou seja: sejais de suporte recíproco- (Col. 3,13)!

A fé daqueles homens alcançou resultados maiores daquilo que eles esperariam: o encontro com Jesus se transformou para o paralítico em libertação do maior dos males, que é a incapacidade de se abrir a Deus. Jesus se tornou, assim, o trâmite pelo qual o paralítico pôde reencontrar o seu Deus do qual não esperava mais nada. Tudo isto, todo este profundo milagre é expresso por um comando de Jesus, o mesmo vocábulo que os Evangelistas usam para indicar a Ressurreição, a decisão do “Filho Pródigo”, do cego: «Levanta-te», como para dizer: “agora ande com teus pés, saia desta situação maligna de trevas que estão ainda em ti porque Deus já perdoou teus pecados antes mesmo que lhe pedisses”.

Um milagre que, se não foi possível pela fé de um homem, se tornou possível pela fé de alguns. Este é um grande mistério da nossa comunidade de fé!

Levanta-te (Desperta! ) usato anche nella ressurreição

Ele veio dar aqueles dons que a Lei não consegue dar
Nenhuma lei consegue ensinar a amar.
O pecado paraliza o homem; ouvir a palavra é já o primeiro passo contra o pecado: Jesus leva a cumprimento aquilo que já aconteceu no coração do homem, mesmo que não tenha sido ele pessoalmente mas sim os quatro.
Somente Deus pode perdoar o pecado, como somente Deus pode curar da lepra (Naamã 2Rs. 5,7).

A misericordia e o perdão devolvem acima de tudo a dignidade e, por consequencia o resto: o homem pode começar a sua caminhada, carregando consigo o símbolo do evento que o libertou.

Sun ago: sinagoga, não mais aquela de Cafarnaum, mas a casa de Pedro ? Igreja ? não tem lugar diqnte da porta, então é preciso descer do céu.

Que Deus te abençoe!

Pe.Carlo Battistoni, FFCIM
fonte: http://www.regiaose.org.br/